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Raio X do transporte na Baixada


9/04/2019

A Violência urbana, falta de infraestrutura viária e transporte alternativo são maiores problemas do setor, segundo motoristas entrevistados pelo Grupo JAL.

A pesquisa realizada junto aos motoristas revelou que a principal preocupação de 71% dos profissionais que atuam na  Baixada Fluminense e em algumas cidades do Rio de Janeiro é a violência urbana, o que os leva a temer pela própria vida e a dos passageiros. Eles também apresentaram críticas à infraestrutura viária e ao transporte alternativo.

Realizada pela Ulrich Pesquisa e Marketing (UP), a pesquisa ouviu 316 funcionários do Grupo JAL em sete dos municípios onde as linhas de ônibus operam: Duque de Caxias, Nilópolis, Belford Roxo, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Itaguaí e Rio de Janeiro. O Grupo transporta em média 10 milhões de passageiros por mês.

Os motoristas opinaram também sobre as principais causas dos engarrafamentos que enfrentam diariamente como estacionamento ilegal de carros de passeio, excesso de veículos, obras inacabadas, chuvas e enchentes e circulação de vans e kombis ilegais, entre outros.

Em relação à violência urbana, metade dos motoristas entrevistados revelou que tem medo de assalto e 32%, de tiroteios. Quatorze por cento temem os incêndios a ônibus ou desvios de rotas forçados por criminosos. A partir das informações apresentadas pelas entrevistas, o Grupo JAL mapeou as vias mais perigosas.

Sobre o transporte alternativo, os motoristas reclamam que os veículos ilegais circulam em condições precárias e ocupam o lugar dos ônibus nas pistas, baias e pontos de embarque de passageiros, aumentando os engarrafamentos. A cada cinco motoristas, um relatou ter sofrido ameaças verbais ou físicas por parte de condutores de veículos do transporte alternativo.

Segundo os profissionais, outros fatores que impactam negativamente no desempenho de suas funções são o desrespeito às leis de trânsito, a imprudência de motoristas e a direção perigosa.

A supervisora de Desenvolvimento Humano do Grupo JAL e responsável pelo setor de comunicação da empresa, Cristina Gullo, explicou que através da pesquisa a empresa “deseja mostrar tanto para a sociedade quanto para o poder público a realidade que os profissionais do setor de transporte enfrentam todos os dias”. Cristina afirmou que a pesquisa foi divulgada para os funcionários, a sociedade, órgãos públicos ligados à gestão do transporte, como o DETRO, e as prefeituras dos municípios onde o Grupo atua.

 

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